Autoridades tradicionais recomendam mais estudos sobre o Fundador da Nação

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Os ensinamentos de António Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola independente, devem continuar a ser transmitidos às novas gerações, defendeu, na cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, o Director do Gabinete de Comunicação Social, Ernesto Lencastre.

Falando à imprensa, após deposição de uma coroa de flores no busto de Neto, no âmbito das actividades do 100º aniversário natalício, defronte à sede do Governo, disse que a realização de acções que relembrem o Fundador da Nação pretende que a nova geração não se esqueça do Herói Nacional.

“O alcance da Independência resultou do esforço deste exímio filho de Angola que dedicou a vida aos angolanos e ao país. Hoje, o que estamos a fazer, no fundo, é perpetuar aquilo que são os seus feitos, aquilo que deixou como obra para esta Nação continuar e, fundamentalmente, fazer com que os mais novos não se esqueçam nunca daquilo que ele deixou como ensinamentos para que hoje tivéssemos este país”, acrescentou.

De acordo com o responsável, a transmissão do legado de António Agostinho Neto à nova geração deve ser tarefa de todos, sobretudo, dos mais velhos: “Esta é uma tarefa que deve ser realizada, para incutir a importância e a dimensão histórica de Neto. Os mais velhos têm essa responsabilidade de transmitir, de forma a que o país não se esqueça nunca do Fundador da Nação”.

Por seu turno, o Coordenador das autoridades tr

adicionais do Lumbu, no Zaíre, Afonso Mendes, defendeu mais inclusão de conteúdos no sistema de ensino e aprendizagem sobre o Fundador da Nação para que a juventude leia e rebusque a história para melhor conhecer o papel desempenhado pelo primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto.

“No sistema de ensino nacional, deve haver mais obras que retratam a vida e obra para que a história perdure. A juventude deve aprender mais os ensinamentos do Dr. António Agostinho Neto. Deve-se incentivar à nova geração a ler para absorver a história sobre Neto, bem como ler os seus escritos, porque, também, foi um escritor”, recomendou.

Enquanto isso, um dos participantes da actividade alusiva ao centenário, Do-mingos Sadraque Manso, 30 anos, considerou importante que a juventude angolana seja a primeira a dominar a história do primeiro Presidente de Angola.

“Nós, os jovens, devemos ser os primeiros a saber mais sobre o nosso primeiro Presidente. Devemos dominar a história enquanto país, daí aconselhar a nova geração para aprender mais sobre quem ele foi e qual o seu contributo para que Angola se tornasse independente em 1975”, aconselhou.

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